<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-2859116123507691722</id><updated>2012-02-16T10:29:11.799-08:00</updated><title type='text'>Mímica</title><subtitle type='html'>Mímico Abder Paz.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://mimicapaz.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2859116123507691722/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mimicapaz.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Abder Paz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16797641918033710758</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='20' src='http://1.bp.blogspot.com/_vxj_oAHI9Zg/SJ0MSzomohI/AAAAAAAAAHQ/pTveYImJDjg/s1600-R/IMG_4455.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>5</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2859116123507691722.post-4164550545313992781</id><published>2008-11-28T06:18:00.000-08:00</published><updated>2008-11-28T06:29:54.178-08:00</updated><title type='text'>Frases Etienne Drecroux</title><content type='html'>Etienne Decroux&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1-A Mimica e o retrato do trabalho composto com o corpo.&lt;br /&gt;2-O ator e um homem condenado a se parecer justamente com um homem, um corpo imitado, um corpo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eugenio Barba Dicionario Antropologico&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;LUZ,PAZ e AMOR&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2859116123507691722-4164550545313992781?l=mimicapaz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mimicapaz.blogspot.com/feeds/4164550545313992781/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2859116123507691722&amp;postID=4164550545313992781' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2859116123507691722/posts/default/4164550545313992781'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2859116123507691722/posts/default/4164550545313992781'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mimicapaz.blogspot.com/2008/11/frases-etienne-drecroux.html' title='Frases Etienne Drecroux'/><author><name>Abder Paz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16797641918033710758</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='20' src='http://1.bp.blogspot.com/_vxj_oAHI9Zg/SJ0MSzomohI/AAAAAAAAAHQ/pTveYImJDjg/s1600-R/IMG_4455.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2859116123507691722.post-3093978829542014554</id><published>2008-09-21T16:01:00.000-07:00</published><updated>2008-09-21T16:05:09.380-07:00</updated><title type='text'>Entrevista Marceau Maceal</title><content type='html'>&lt;p style="text-indent: 0.5cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-indent: 0.5cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-indent: 0.5cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-indent: 0.5cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-indent: 0.5cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;i&gt;– Que razões levaram o Marcel Marceau a escolher a mímica em lugar, por exemplo, do teatro tradicional? &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="text-indent: 0.5cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;– Penso que através da mímica podemos exprimir-nos muito melhor, de um modo muito mais profundo do que através das palavras. Sobretudo numa época cósmica, como é a nossa, em que se vive de um modo muito veloz. Creio que isto é muito importante para a geração mais jovem. E a mímica é uma arte que “grita”, uma arte cheia de acção, que se exprime através do corpo. É uma forma maravilhosa de comunicar com o público do mundo inteiro, sugerindo a violência, os sentimentos de amor, as emoções. É uma arte teatral do presente. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="text-indent: 0.5cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;i&gt;– O Marcel Marceau começou em meados dos anos 40...&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-indent: 0.5cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;– Foi. Estive na Resistência, em França, e comecei a trabalhar como mimo depois da Guerra. Mais tarde, fundei uma Companhia, que levou à cena trinta mimodramas. Foi um período muito importante porque me permitiu criar um estilo novo e obter uma aprendizagem muito grande em termos de encenação e de representação. Depois da desagregação da companhia, parti em direcção ao mundo. Sozinho, com as minhas pantomimas de estilo e os personagens que criei – como o Bip, que se bate em jeito de Dom Quixote contra os moinhos de vento que não param de rodar, e que actua de uma forma que faz com que muitas pessoas, de várias gerações, se reconheçam nele, através dos seus anseios, dos seus sofrimentos, das suas realidades. Penso que esta é, de facto, uma virtude da comunicação através da mímica e, por isso, acredito que as fábulas do futuro terão alguma coisa que ver com isto. O Bip surge como um pouco de luz na noite, como Pierrot...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-indent: 0.5cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;i&gt;– Que relação há entre Bip e a sua vivência de ex-resistente?&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-indent: 0.5cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;– O Bip é um grito do momento presente, um ser que tanto pode fazer rir como chorar. É, de facto, um personagem do teatro, cheio de lucidez ao encarnar os aspectos trágico-cómicos da vida social. E é também um personagem que sonha, que luta – é, portanto um personagem político. Tal como Dom Quixote. Daí que a relação entre Bip e a Resistência seja muito clara: na Resistência, lutei contra a guerra e contra o fascismo; actualmente luto pela paz e contra a violência. É a mesma luta. Sou pela poesia, pela compreensão entre os povos e pela justiça. É nesse sentido que eu dirijo o teatro que faço, como uma forma de combate e de transmitir ao público aquilo que criamos, a nossa poesia e as nossas ideias. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="text-indent: 0.5cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;i&gt;– Acha que actualmente, com o avanço da técnica cinematográfica e da televisão, o futuro da mímica pode correr perigo? &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="text-indent: 0.5cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;– Não. Pelo contrário: acho que avança cada vez mais. Penso que é muito mais fácil fazer cinema do que fazer mímica. Toda a gente pode ser actor de cinema. Mesmo quem nunca representou na vida. O que eu admiro no cinema são os técnicos e os recursos da técnica. E os actores também, é claro, porque têm a capacidade de representar a verdade. Mas estar num palco, sozinho, durante duas horas, em frente de um público, é muito diferente... Penso que a mímica é uma arte mágica, como o circo. É essa magia, esse desejo permanente de criar uma arte que seja bela, que seja nobre e importante, que faz perdurar a mímica. Porque as pessoas têm necessidade dessa magia, desse sonho, que não existe no cinema. A mímica é a arte do sonho, do silêncio, da poesia.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-indent: 0.5cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;i&gt;– A arte mímica de hoje segue o caminho que o Marcel Marceau ajudou a abrir? &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="text-indent: 0.5cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;– Eu fui aluno de Étienne Decroux e fiz parte da companhia de [Jean-Louis] Barrault. Foi com ele que fiz “Les Arbes du Paradis”, foi ele que me deu a conhecer alguns aspectos da pantomima do século XIX. E quando as pessoas falam de Marceau pensam, imediatamente, no renascimento da pantomima. Há jovens que dizem, claro, que sou clássico, um tradicionalista. Os jovens podem dizer aquilo que quiserem, mas eu penso que a arte não tem fronteiras, nem tem época. Creio que os jovens têm necessidade de aprender o seu próprio ofício. E quando se trata de um ofício como a mímica, é necessário aprendê-lo de um modo profundo, verdadeiro. É necessário pesquisar, aprender bastante. Nesse sentido, proponho uma experiência e uma técnica...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-indent: 0.5cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;i&gt;– A companhia que o Marcel Marceau pretende criar em 1984, surge na sequência dessa sua proposta? &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="text-indent: 0.5cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;– Sim, essa companhia nasce da minha escola e também de outras escolas. Certamente que vou ter influência nas formas de encenação e de representação. Mas é um novo caminho que vou trilhar, uma nova fase da minha vida teatral. Poderia dizer que, neste aspecto, a minha vida teve uma primeira fase, que foi a busca e a criação das pantomimas de estilo, e uma segunda fase – a viagem à volta do mundo, através de cinco continentes. A terceira fase será a recriação, o renascimento de uma Companhia de Mimos, que funcionará juntamente com a Escola de Mimodrama, onde não se estuda apenas a pantomima mas também a dança moderna e a acrobacia, e da qual sairão os componentes da Companhia.    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="text-indent: 0.5cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;i&gt;– O Marcel Marceau encontra-se em Portugal pela terceira vez. Que diferenças nota entre esta estada e as anteriores? &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="text-indent: 0.5cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;– Acho que as pessoas não mudaram. O que mudou foi a técnica, foram as condições, os governos. Mas as pessoas continuam as mesmas. Como em toda a parte. A violência existiu sempre, o ódio existiu sempre, os homens sofrem sempre. Mas continuam sensíveis à beleza, ao amor, ao sofrimento. A evasão do homem é eternamente a mesma: os seus gritos, as suas lágrimas o seu desespero, a sua alegria tudo isto é tão antigo como o próprio homem. Se assistimos à representação de uma tragédia grega, ela continua igual ao que era...  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="text-indent: 0.5cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;i&gt;– Mas acredita que seja possível modificar essa situação do homem que sofre? &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="text-indent: 0.5cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;– Isso não mudará nunca. O Homem permanecerá sempre rodeado pela violência, pelo ódio e também pelo amor. O que é preciso é fazer os possíveis para que o amor triunfe sobre a violência. Mas os problemas existirão sempre. Não é possível criar um mundo sem problemas – para isso seria preciso suprimir a morte... Mas a juventude é a portadora da esperança. E as pessoas, mesmo quando têm a minha idade, continuam jovens se não perderem essa esperança. E isso é extraordinário. Através da beleza e da poesia, procura-se vencer a própria morte. E nós sabemos que existe apenas um momento para viver e uma eternidade para morrer. Mas, nesse momento para viver, nós temos que trazer connosco a beleza, o amor. Voilá. E os outros, os que virão depois de nós, encontrarão um mundo melhor, uma forma de fazer avançar a humanidade. É isso que tem acontecido desde sempre: a humanidade avança e recua. Ela avança muito, mas também já recuou, durante muitos anos. E tudo isso é passado, o presente e o futuro. O passado é a cultura, são os museus, a música, toda a arte que ficou de outros tempos; o presente é a vida de todos os homens; e o futuro é o amanhã – feito a partir das buscas constantes do homem, para criar, em cada momento, a beleza, a magia, o sofrimento, as lágrimas. Na certeza de que o mundo não avança sem erros e de que não existe um estado de igualdade permanente ou de felicidade total. Na certeza de que não poderemos suprimir a morte nem as injustiças, mas que, apesar disso, é possível construir alguma felicidade e que a humanidade, apesar de tudo, avança. Lentamente, mas avança.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-indent: 0.5cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;i&gt;– Quando chegou a Lisboa, o Marcel Marceau disse que se sentia com a mesma energia de um homem de 30 anos...&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-indent: 0.5cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;– Sim. É assim que eu me sinto. Penso que um artista, como qualquer homem que cria, é sempre jovem, independentemente da idade que tenha. Não há mais criação, a partir do momento em que o espírito envelhece. É por não ter envelhecido que Picasso continua vivo. Porque o artista não é um homem diferente dos outros. Apenas tem a chance de, através da sua arte, se identificar com um milhão de seres, com o seu público. Porque sem o público, que não é, necessariamente, composto por artistas, o criador não pode existir. É nisso que eu acredito: nas pessoas que sabem amar e comunicar esse amor. Como acontece com os artesãos, que executam um processo de criação a partir de si próprios, das suas mãos, da sua cabeça. A partir da sua solidão. Eu acredito que os artistas, tal como os jovens, são as pessoas que se importam verdadeiramente com os valores mais nobres: mostrando os segredos do seu sofrimento, os seus próprios segredos, o artista cria uma dimensão nova, livre. Não precisamos dos anjos para isso e não acredito que eles sejam uma solução. Foi um grande poeta francês, Paul Éluard, que disse: “O homem não necessita senão de viver em liberdade”. C'est ça!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p style="text-indent: 0.5cm;" align="justify"&gt;&lt;br /&gt;  &lt;/p&gt;          &lt;table style="background: transparent url(../imagens/back41b.jpg) repeat scroll 0% 0%; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;" width="100%" border="0" cellpadding="2" cellspacing="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="5%"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td width="20%"&gt;    &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 128);"&gt;©    Viriato Teles&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td width="75%"&gt;    &lt;p style="margin-top: 0.24cm; margin-bottom: 0cm; text-indent: 0.64cm;" align="right"&gt;  &lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 128);"&gt;    Primeira publicação no &lt;b&gt;Se7e&lt;/b&gt;, Agosto.1982&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 128);"&gt;In    &lt;b&gt;&lt;a href="http://www.viriatoteles.net/livros/bocas.htm"&gt;Bocas de Cena&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;, edição &lt;a href="http://loja.campo-letras.pt/prod_details.php?categid=96&amp;amp;productid=751" target="_blank"&gt;Campo das Letras&lt;/a&gt;, 2003&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;LUZ,PAZ e AMOR&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2859116123507691722-3093978829542014554?l=mimicapaz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mimicapaz.blogspot.com/feeds/3093978829542014554/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2859116123507691722&amp;postID=3093978829542014554' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2859116123507691722/posts/default/3093978829542014554'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2859116123507691722/posts/default/3093978829542014554'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mimicapaz.blogspot.com/2008/09/blog-post.html' title='Entrevista Marceau Maceal'/><author><name>Abder Paz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16797641918033710758</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='20' src='http://1.bp.blogspot.com/_vxj_oAHI9Zg/SJ0MSzomohI/AAAAAAAAAHQ/pTveYImJDjg/s1600-R/IMG_4455.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2859116123507691722.post-2640130378066956414</id><published>2008-08-03T06:26:00.001-07:00</published><updated>2008-08-03T06:26:52.710-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;O teatro é o primeiro soro que o homem inventou para se proteger da doença da angústia &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;LUZ,PAZ e AMOR&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2859116123507691722-2640130378066956414?l=mimicapaz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mimicapaz.blogspot.com/feeds/2640130378066956414/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2859116123507691722&amp;postID=2640130378066956414' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2859116123507691722/posts/default/2640130378066956414'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2859116123507691722/posts/default/2640130378066956414'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mimicapaz.blogspot.com/2008/08/o-teatro-o-primeiro-soro-que-o-homem.html' title=''/><author><name>Abder Paz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16797641918033710758</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='20' src='http://1.bp.blogspot.com/_vxj_oAHI9Zg/SJ0MSzomohI/AAAAAAAAAHQ/pTveYImJDjg/s1600-R/IMG_4455.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2859116123507691722.post-8003126871664784963</id><published>2007-06-12T06:51:00.000-07:00</published><updated>2007-06-12T06:54:24.348-07:00</updated><title type='text'>Ouvi MIQUEIAS PAZ comentar</title><content type='html'>"Talvez a primeira mimica que um homem fez, provavelmente foi na pre-historia, quando quis descrever uma caça a um companheiro."&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;LUZ,PAZ e AMOR&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2859116123507691722-8003126871664784963?l=mimicapaz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mimicapaz.blogspot.com/feeds/8003126871664784963/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2859116123507691722&amp;postID=8003126871664784963' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2859116123507691722/posts/default/8003126871664784963'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2859116123507691722/posts/default/8003126871664784963'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mimicapaz.blogspot.com/2007/06/ouvi-miqueias-paz-comentar.html' title='Ouvi MIQUEIAS PAZ comentar'/><author><name>Abder Paz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16797641918033710758</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='20' src='http://1.bp.blogspot.com/_vxj_oAHI9Zg/SJ0MSzomohI/AAAAAAAAAHQ/pTveYImJDjg/s1600-R/IMG_4455.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2859116123507691722.post-7451775529955533767</id><published>2007-05-27T08:49:00.000-07:00</published><updated>2007-05-27T08:55:37.012-07:00</updated><title type='text'>Mímica</title><content type='html'>"Na antiguidade os mímico poderiam ser queimados como bruxos por ter o poder de dar vida ao inanimado". Rubens Araujo&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;LUZ,PAZ e AMOR&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2859116123507691722-7451775529955533767?l=mimicapaz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mimicapaz.blogspot.com/feeds/7451775529955533767/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2859116123507691722&amp;postID=7451775529955533767' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2859116123507691722/posts/default/7451775529955533767'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2859116123507691722/posts/default/7451775529955533767'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mimicapaz.blogspot.com/2007/05/mmica.html' title='Mímica'/><author><name>Abder Paz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16797641918033710758</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='20' src='http://1.bp.blogspot.com/_vxj_oAHI9Zg/SJ0MSzomohI/AAAAAAAAAHQ/pTveYImJDjg/s1600-R/IMG_4455.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
